• quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

    Será o MacBook o futuro dos computadores pessoais?


    Já lá vai um ano desde que o MacBook foi apresentado ao público. Mais fino, leve, e portátil que o MacBook Air, o novo dispositivo da Apple prometia (e continua a prometer) revolucionar, e reposicionar o mercado dos notebooks. Muitas vezes, em diversos locais, (quer sejam virtuais ou físicos), de cada vez que o tema de conversa é o novo portátil da Apple, vejo que o foco das discussões, se concentram na sua visão futurista, e no conceito marcado pela dilaceração das “tradições do passado”.
    Será o novo MacBook uma clara definição do futuro?
    Ainda muito poucos se mostram receptivos a aceitar esta mudança… No MacBook, existiram importantes ruturas com o passado, e talvez seja isso que esteja a colocar o público com um “pé atrás”. Muitas vezes a pergunta surge: Será este o exemplo dos portáteis do futuro?
    Eu, pessoalmente, ainda estou na fase de adaptação do conceito, e por incrível que pareça, se no início torcia bastante o nariz, agora, cada vez mais me parece uma alternativa viável, e diria mais, interessante (se claro, for bem desenvolvido). O processador muito básico, a câmara FaceTime com uma qualidade de 480p (really?) , e a muito menos agradável necessidade de utilização de múltiplos adaptadores para conexão de vários periféricos em simultâneo, (que no meu entender, acaba por roubar um pouco da característica principal deste notebook, que é a portabilidade), fazem deste ainda algo muito complicado de aceitar.
    Fonte: The Verge
    Enfim, muito difícil … mas é claro, neste mac, existem outros fatores a ter em conta, e muito positivos, por sinal!
    O Ecrã retina com uma resolução HD, (que deixa qualquer um deslumbrado) o aúdio que ajuda a complementar toda a imagem, (chegando mesmo a fazer inveja a muitos outros sistemas de colunas da atualidade), o inacreditável, inovador, trackpad force touch, e o não menos importante teclado “borboleta”, (que oferece uma maior precisão, e conforto na hora de redigir longos textos, como é o caso deste…) são alguns dos melhores, e mais interessantes exemplos de inovação neste modelo, que fazem, ao contrário do que acontece com as suas falhas, algo muito fácil de aceitar. Depois de analisarmos bem, todos os prós, e contras, e colocando-os na mesma balança, é possível concluir que o resultado final, ficou muito equilibrado.
    É óbvio de que a definição imposta pela Apple para o seu novo MacBook é ainda algo muito fresco… Precisa de afinações, (como por exemplo, a adição de uma porta usb-c extra, uma melhor câmara FaceTime, de preferência, com qualidade HD, e um processador com melhores características) para que o possamos considerar como uma opção 100%  válida (pelo menos, para qualquer tipo de utilizador, seja profissional, ou não), na sua definição de futuro, e reinvenção da categoria.
    Respondendo ao que estava acima colocado, (“Será o novo MacBook uma clara definição do futuro?”), acho que a melhor resposta para essa pergunta se encontra concentrada no passado e no exemplo de como o tempo tem sido bom conselheiro para a Apple! Já conhecemos a sua capacidade para desenvolver os projetos mais ambiciosos, podia dar-vos uma dezena de exemplos, mas o mais claro, e que não foge muito à temática do artigo, foi mesmo o MacBook Air!
    Se vivenciaram de perto o seu lançamento, e desenvolvimento, com o decorrer dos anos,  devem lembrar-se que a tecnológica de Cupertino enfrentou exactamente os mesmos dilemas da atualidade.Fonte: The VergeFonte: The Verge
    Existiam algumas falhas, e até dúvidas sobre se esse, seria, ou não, algo viável no que respeita ao conceito futurista que a Apple pretendia tendênciar no mercado dos notebooks… Os resultados, depois de alguns anos de desenvolvimento, acabaram por surpreender, até os mais cépticos; Todo o mercado, após o seu desenvolvimento, recebeu bem esta aposta da companhia de Steve Jobs; Um portátil fino, leve, e que oferecia a possibilidade de levar para qualquer lado o poder de um computador, sem ter de pensar o quão aborrecido era levar um portátil, (devido à sua espessura e peso) por exemplo, numa mochila…
    Acredito que neste momento, tal como há alguns anos, (O MacBook Air era falado para ser o substituto do MacBook branco) estamos a assistir ao lançamento de uma evolução do modelo Air , ou melhor, de uma amostra do que poderá vir a ser o seu sucessor. O futuro, para aí caminha, o desenvolvimento dele, (com o surgimento do modelo 2016, com melhorias na GPU, CPU, e RAM) também, (os rumores, já avançam com essa possibilidade para muito em breve, aliás, desde que este foi apresentado em 2015 que isso se vem a falar…) mas a meu ver, não deverá ser para já. O Novo Mac ainda não reune as condições necessárias, apesar de ser a lufada de ar fresco que todos estávamos a precisar, (tanto a nível visual, como de novidades de construção), pelo menos, a nível de alguns factores no hardware interno, que o façam igualar ao Air, como da ideologia em que foi criado, ( com uma única porta usb) precisará de alguma atenção.
    É uma clara visão do futuro, mas precisa de algo que justifique o seu ainda muito elevado preço, (1500,26€, versão base 256GB 1,1GhZ) e o motivo chave para que utilizadores de um MacBook Air mais antigo, equacionem trocar o seu, por este novo modelo. Afinal de contas, este parece ser o seu sucessor.
    Fonte: iClubJá lá vai um ano desde que o MacBook foi apresentado ao público. Mais fino, leve, e portátil que o MacBook Air, o novo dispositivo da Apple prometia (e continua a prometer) revolucionar, e reposicionar o mercado dos notebooks. Muitas vezes, em diversos locais, (quer sejam virtuais ou físicos), de cada vez que o tema de conversa é o novo portátil da Apple, vejo que o foco das discussões, se concentram na sua visão futurista, e no conceito marcado pela dilaceração das “tradições do passado”.
    Será o novo MacBook uma clara definição do futuro?
    Ainda muito poucos se mostram receptivos a aceitar esta mudança… No MacBook, existiram importantes ruturas com o passado, e talvez seja isso que esteja a colocar o público com um “pé atrás”. Muitas vezes a pergunta surge: Será este o exemplo dos portáteis do futuro?
    Eu, pessoalmente, ainda estou na fase de adaptação do conceito, e por incrível que pareça, se no início torcia bastante o nariz, agora, cada vez mais me parece uma alternativa viável, e diria mais, interessante (se claro, for bem desenvolvido). O processador muito básico, a câmara FaceTime com uma qualidade de 480p (really?) , e a muito menos agradável necessidade de utilização de múltiplos adaptadores para conexão de vários periféricos em simultâneo, (que no meu entender, acaba por roubar um pouco da característica principal deste notebook, que é a portabilidade), fazem deste ainda algo muito complicado de aceitar.
    Fonte: The Verge
    Enfim, muito difícil … mas é claro, neste mac, existem outros fatores a ter em conta, e muito positivos, por sinal!
    O Ecrã retina com uma resolução HD, (que deixa qualquer um deslumbrado) o aúdio que ajuda a complementar toda a imagem, (chegando mesmo a fazer inveja a muitos outros sistemas de colunas da atualidade), o inacreditável, inovador, trackpad force touch, e o não menos importante teclado “borboleta”, (que oferece uma maior precisão, e conforto na hora de redigir longos textos, como é o caso deste…) são alguns dos melhores, e mais interessantes exemplos de inovação neste modelo, que fazem, ao contrário do que acontece com as suas falhas, algo muito fácil de aceitar. Depois de analisarmos bem, todos os prós, e contras, e colocando-os na mesma balança, é possível concluir que o resultado final, ficou muito equilibrado.
    É óbvio de que a definição imposta pela Apple para o seu novo MacBook é ainda algo muito fresco… Precisa de afinações, (como por exemplo, a adição de uma porta usb-c extra, uma melhor câmara FaceTime, de preferência, com qualidade HD, e um processador com melhores características) para que o possamos considerar como uma opção 100%  válida (pelo menos, para qualquer tipo de utilizador, seja profissional, ou não), na sua definição de futuro, e reinvenção da categoria.
    Respondendo ao que estava acima colocado, (“Será o novo MacBook uma clara definição do futuro?”), acho que a melhor resposta para essa pergunta se encontra concentrada no passado e no exemplo de como o tempo tem sido bom conselheiro para a Apple! Já conhecemos a sua capacidade para desenvolver os projetos mais ambiciosos, podia dar-vos uma dezena de exemplos, mas o mais claro, e que não foge muito à temática do artigo, foi mesmo o MacBook Air!
    Se vivenciaram de perto o seu lançamento, e desenvolvimento, com o decorrer dos anos,  devem lembrar-se que a tecnológica de Cupertino enfrentou exactamente os mesmos dilemas da atualidade.Fonte: The VergeFonte: The Verge
    Existiam algumas falhas, e até dúvidas sobre se esse, seria, ou não, algo viável no que respeita ao conceito futurista que a Apple pretendia tendênciar no mercado dos notebooks… Os resultados, depois de alguns anos de desenvolvimento, acabaram por surpreender, até os mais cépticos; Todo o mercado, após o seu desenvolvimento, recebeu bem esta aposta da companhia de Steve Jobs; Um portátil fino, leve, e que oferecia a possibilidade de levar para qualquer lado o poder de um computador, sem ter de pensar o quão aborrecido era levar um portátil, (devido à sua espessura e peso) por exemplo, numa mochila…
    Acredito que neste momento, tal como há alguns anos, (O MacBook Air era falado para ser o substituto do MacBook branco) estamos a assistir ao lançamento de uma evolução do modelo Air , ou melhor, de uma amostra do que poderá vir a ser o seu sucessor. O futuro, para aí caminha, o desenvolvimento dele, (com o surgimento do modelo 2016, com melhorias na GPU, CPU, e RAM) também, (os rumores, já avançam com essa possibilidade para muito em breve, aliás, desde que este foi apresentado em 2015 que isso se vem a falar…) mas a meu ver, não deverá ser para já. O Novo Mac ainda não reune as condições necessárias, apesar de ser a lufada de ar fresco que todos estávamos a precisar, (tanto a nível visual, como de novidades de construção), pelo menos, a nível de alguns factores no hardware interno, que o façam igualar ao Air, como da ideologia em que foi criado, ( com uma única porta usb) precisará de alguma atenção.
    É uma clara visão do futuro, mas precisa de algo que justifique o seu ainda muito elevado preço, (1500,26€, versão base 256GB 1,1GhZ) e o motivo chave para que utilizadores de um MacBook Air mais antigo, equacionem trocar o seu, por este novo modelo. Afinal de contas, este parece ser o seu sucessor.
    Fonte: iClubJá lá vai um ano desde que o MacBook foi apresentado ao público. Mais fino, leve, e portátil que o MacBook Air, o novo dispositivo da Apple prometia (e continua a prometer) revolucionar, e reposicionar o mercado dos notebooks. Muitas vezes, em diversos locais, (quer sejam virtuais ou físicos), de cada vez que o tema de conversa é o novo portátil da Apple, vejo que o foco das discussões, se concentram na sua visão futurista, e no conceito marcado pela dilaceração das “tradições do passado”.
    Será o novo MacBook uma clara definição do futuro?
    Ainda muito poucos se mostram receptivos a aceitar esta mudança… No MacBook, existiram importantes ruturas com o passado, e talvez seja isso que esteja a colocar o público com um “pé atrás”. Muitas vezes a pergunta surge: Será este o exemplo dos portáteis do futuro?
    Eu, pessoalmente, ainda estou na fase de adaptação do conceito, e por incrível que pareça, se no início torcia bastante o nariz, agora, cada vez mais me parece uma alternativa viável, e diria mais, interessante (se claro, for bem desenvolvido). O processador muito básico, a câmara FaceTime com uma qualidade de 480p (really?) , e a muito menos agradável necessidade de utilização de múltiplos adaptadores para conexão de vários periféricos em simultâneo, (que no meu entender, acaba por roubar um pouco da característica principal deste notebook, que é a portabilidade), fazem deste ainda algo muito complicado de aceitar.
    Fonte: The Verge
    Enfim, muito difícil … mas é claro, neste mac, existem outros fatores a ter em conta, e muito positivos, por sinal!
    O Ecrã retina com uma resolução HD, (que deixa qualquer um deslumbrado) o aúdio que ajuda a complementar toda a imagem, (chegando mesmo a fazer inveja a muitos outros sistemas de colunas da atualidade), o inacreditável, inovador, trackpad force touch, e o não menos importante teclado “borboleta”, (que oferece uma maior precisão, e conforto na hora de redigir longos textos, como é o caso deste…) são alguns dos melhores, e mais interessantes exemplos de inovação neste modelo, que fazem, ao contrário do que acontece com as suas falhas, algo muito fácil de aceitar. Depois de analisarmos bem, todos os prós, e contras, e colocando-os na mesma balança, é possível concluir que o resultado final, ficou muito equilibrado.
    É óbvio de que a definição imposta pela Apple para o seu novo MacBook é ainda algo muito fresco… Precisa de afinações, (como por exemplo, a adição de uma porta usb-c extra, uma melhor câmara FaceTime, de preferência, com qualidade HD, e um processador com melhores características) para que o possamos considerar como uma opção 100%  válida (pelo menos, para qualquer tipo de utilizador, seja profissional, ou não), na sua definição de futuro, e reinvenção da categoria.
    Respondendo ao que estava acima colocado, (“Será o novo MacBook uma clara definição do futuro?”), acho que a melhor resposta para essa pergunta se encontra concentrada no passado e no exemplo de como o tempo tem sido bom conselheiro para a Apple! Já conhecemos a sua capacidade para desenvolver os projetos mais ambiciosos, podia dar-vos uma dezena de exemplos, mas o mais claro, e que não foge muito à temática do artigo, foi mesmo o MacBook Air!
    Se vivenciaram de perto o seu lançamento, e desenvolvimento, com o decorrer dos anos,  devem lembrar-se que a tecnológica de Cupertino enfrentou exactamente os mesmos dilemas da atualidade.Fonte: The VergeFonte: The Verge
    Existiam algumas falhas, e até dúvidas sobre se esse, seria, ou não, algo viável no que respeita ao conceito futurista que a Apple pretendia tendênciar no mercado dos notebooks… Os resultados, depois de alguns anos de desenvolvimento, acabaram por surpreender, até os mais cépticos; Todo o mercado, após o seu desenvolvimento, recebeu bem esta aposta da companhia de Steve Jobs; Um portátil fino, leve, e que oferecia a possibilidade de levar para qualquer lado o poder de um computador, sem ter de pensar o quão aborrecido era levar um portátil, (devido à sua espessura e peso) por exemplo, numa mochila…
    Acredito que neste momento, tal como há alguns anos, (O MacBook Air era falado para ser o substituto do MacBook branco) estamos a assistir ao lançamento de uma evolução do modelo Air , ou melhor, de uma amostra do que poderá vir a ser o seu sucessor. O futuro, para aí caminha, o desenvolvimento dele, (com o surgimento do modelo 2016, com melhorias na GPU, CPU, e RAM) também, (os rumores, já avançam com essa possibilidade para muito em breve, aliás, desde que este foi apresentado em 2015 que isso se vem a falar…) mas a meu ver, não deverá ser para já. O Novo Mac ainda não reune as condições necessárias, apesar de ser a lufada de ar fresco que todos estávamos a precisar, (tanto a nível visual, como de novidades de construção), pelo menos, a nível de alguns factores no hardware interno, que o façam igualar ao Air, como da ideologia em que foi criado, ( com uma única porta usb) precisará de alguma atenção.
    É uma clara visão do futuro, mas precisa de algo que justifique o seu ainda muito elevado preço, (1500,26€, versão base 256GB 1,1GhZ) e o motivo chave para que utilizadores de um MacBook Air mais antigo, equacionem trocar o seu, por este novo modelo. Afinal de contas, este parece ser o seu sucessor.

    Fonte: iClub

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    Autor

    Manuel Filipe Chicuio

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    email: manuelchichiio@gmail.com